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domingo, 2 de setembro de 2012

Eu sou fã da 37signals!

Pessoal, segue abaixo, uma entrevista com o CEO da 37Signals, esse empresa sim é inovadora sem sombra de dúvidas. Acompanhem!

Jason Fried is a founder and CEO of 37signals, a software company based in Chicago. Fried also treats 37signals as something of a laboratory for innovative workplace practices--such as a recent experiment in shortening the summer workweek to just four days. We caught up with Fried to learn how employees are like fossil fuels, how a business can be like a cancer, and how one of the entrepreneurs he admires most is his cleaning lady.

FAST COMPANY: You have your employees only work four-day weeks in the summer.
JASON FRIED: Sometimes people are not really used to working just four days and actually want to stay to get more work done.

You’re saying you have people who actually want to stay the fifth day?
When we first started this a few years ago, there was a small sense of guilt in a few corners. People were like, “I have stuff to get done, it’s Thursday, so I’m gonna work Friday and just get it done. But we actually preferred that they didn’t. There are very few things that can’t wait till Monday.

How many employees would stay to work Fridays?
I don’t know.

Because you weren’t there!
We don’t track things in that way. I don’t look at that. I don’t want to encourage that kind of work. I want to encourage quality work.

As CEO, wouldn’t it simply be rational to let people work the fifth day for you if they wanted?
If you’re a short-term thinker you’d think so, but we’re long-term thinkers. We’re about being in business for the long haul and keeping the team together over the long haul. I would never trade a short-term burst for a long-term decline in morale. That happens a lot in the tech business: They burn people out and get someone else. I like the people who work here too much. I don’t want them to burn out. Lots of startups burn people out with 60, 70, 80 hours of work per week. They know that both the people or the company will flame out or be bought or whatever, and they don’t care, they just burn their resources. It’s like drilling for as much oil as you possibly can. You can look at people the same way.

Are we reaching “peak people”?
It seems like in a lot of companies we are. There’s a shortage of talent out there, and if there’s a shortage of resources, you want to conserve those resources.

So you think there’s a slash-and-burn mentality in the tech world?
For sure. I think there’s a lot of lottery-playing going on right now. Companies staffing up, raising a bunch of money, hiring a bunch of people, and burning them out in the hopes that they’ll hit the lottery.
 
You seem like too nice a guy to name names--but do you have certain companies in mind?

I won’t name names. I used to name names. But I think all you have to do is read TechCrunch. Look at what the top stories are, and they’re all about raising money, how many employees they have, and these are metrics that don’t matter. What matters is: Are you profitable? Are you building something great? Are you taking care of your people? Are you treating your customers well? In the coverage of our industry as a whole, you’ll rarely see stories about treating customers well, about people building a sustainable business. TechCrunch to me is the great place to look to see the sickness in our industry right now.

Our magazine is called Fast Company, but it sounds like you want to build a slow company.
I’m a fan of growing slowly, carefully, methodically, of not getting big just for the sake of getting big. I think that rapid growth is typically of symptom of... there’s a sickness there. There’s a great quote by a guy named Ricardo Semler, author of the book Maverick. He said that only two things grow for the sake of growth: businesses and tumors. We have 35 employees at 37signals. We could have hundreds of employees if we wanted to--our revenues and profits support that--but I think we’d be worse off.

What industries do you look to for inspiration, if not the tech world?
I take my inspiration from small mom-and-pop businesses that have been around for a long time. There are restaurants all over the place that I like to go to that have been around a long time, 30 years or more, and thinking about that, that’s an incredible run. I don’t know what percentage of tech companies have been around 30 years. The other interesting thing about restaurants is you could have a dozen Italian restaurants in the city and they can all be successful. It’s not like in the tech world, where everyone wants to beat each other up, and there’s one winner. Those are the businesses I find interesting--it could be a dry cleaner, a restaurant, a clothing store. Actually, my cleaning lady, for example, she’s great.

Your business icon is your cleaning lady?
She’s on her own, she cleans people’s homes, she’s incredibly nice. She brings flowers every time she cleans, and she’s just respectful and nice and awesome. Why can’t more people be like that? She’s been doing it some twenty-odd years, and that’s just an incredible success story. To me that’s far more interesting than a tech company that’s hiring a bunch of people, just got their fourth round of financing for 12 million dollars, and they’re still losing money. That’s what everyone talks about as being exciting, but I think that’s an absolutely disgusting scenario when it comes to business.

Fonte: http://www.fastcompany.com/3000852/37signals-earns-millions-each-year-its-ceo%E2%80%99s-model-his-cleaning-lady

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Capitalismo, consumismo e a nossa loucura


Vídeo muito interessante com uma visão bastante abrangente da loucura do contexto social no qual estamos inseridos, vale a pena assistir e refletir sobre o assunto.




sábado, 28 de julho de 2012

As "pequenas e inovadoras" que dominarão o mundo


Estou analisando o interior de corporações e a movimentação do mercado á algum tempo. Venho percebendo que, quase na totalidade das grandes corporações, os processos amarrados e complexos somados a estratégia capitalista visando o lucro acima de qualquer outra coisa, está deteriorando, dia pós dia, a qualidade de seus serviços e produtos. Como sempre costumo dizer: o cliente é uma mera parte do processo. Mas, e o futuro?

Eu formulei uma teoria para ele, animadora para alguns e triste para outros. Posso estar louco, eu concordo, mas se observarmos friamente os acontecimentos que vem assolando nosso cotidiano, podemos perceber que tenho ao menos alguma razão.

O cenário atual é composto basicamente de três “classes” de empresas, de acordo com minha visão: 

- Empresas grandes;
- Empresas pequenas formais;
- Empresas pequenas e inovadoras;


As empresas grandes, em sua maioria estão amarradas a processos antiquados, velhos e sem o mínimo de sal. São CMM’s da vida que definem os processos padrões para o funcionamento de... empresas padrões. Percebe-se ai uma bagunça generalizada, basta olhar para o interior de qualquer grande corporação e podemos facilmente identificar uma quantidade absurda de retrabalho, investimentos sem o mínimo de nexo, não valorização do trabalho humano e influência política de certas peças que acabam por estabelecer o cenário de caos. 


Mas como elas sobrevivem? Ora, são as únicas!  Únicas não no sentido de estarem sozinhas, mas únicas no sentido de terem concorrentes que não se diferenciam em sua essência. Criamos ai um padrão de má qualidade seguido à risca pelo mercado. Faça uma pequena análise e conclua: quais são os problemas das operadoras de telefonia? Televisão a cabo?  Assistências técnicas? São os mesmos!

Tendo como exemplo as grandes empresas, as “pequenas formais” não tem nenhum detalhe ou diferencial: elas são as pequenas empresas buscando o crescimento baseado nos problemas das grandes empresas, ou seja, seriam as grandes empresas de amanhã.

Já nas “pequenas e inovadoras”, é onde firmo minha teoria: são as empresas que dominarão o futuro. Essas, são aquelas que estão antenadas nos clientes e fazem somente o básico, coisa que ninguém hoje em dia faz. As “pequenas e inovadoras” querem processos descomplicados, clientes satisfeitos e crescimento embasado, nunca observam a concorrência e fogem dos padrões de processos burocráticos, elas simplesmente fazem. 


Vejam, estamos cada dia que passa mergulhando de forma assustadora na era da informação, que leva a crítica e questionamento. Aos poucos as pessoas estão começando a enxergar esse cenário de desrespeito e começando a migrar seus serviços e produtos, o processo é lento mas é nítido. Isso fará com que em um futuro não muito distante, as grandes potências venham a ruir e as “pequenas e inovadoras” a emergir, resultando em um processo inverso de crescimento.

Eu iria gostar... 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Todo projeto é viável


Olá pessoal, estou aqui novamente para lançar mais um post no formigueiro. Peço desculpas pela movimentação no blog, com postagens pouco frequentes. Mas acreditem: isso está acontecendo por vocês, aguardem e verão.

Hoje vou falar um pouco sobre gestão de projetos, ideias e afins. Quando uma pessoa tem ideia e pensa em executá-la, o que vem a cabeça de imediato?

Geralmente a viabilidade vem em mente, é nesse ponto que eu gostaria de tocar. O que é viabilidade? Temos o costume de vislumbrar algo inexistente, uma ideia sem precedentes. Eu concordo plenamente com inovação, com pensamento fora dos padrões, porém também concordo que qualquer projeto é viável!
Estamos em uma época em que precisamos não só de ideias inovadoras, mas de execução inovadora também. Qualquer projeto pode se transformar em um sucesso se for executado com inovação e respeito ao cliente. 

Abraçar o cliente e dar a ele o que precisa é a receita para o sucesso, dentro de qualquer segmento. Nós devemos entregar menos que nossa concorrência, devemos simplesmente fazer ao invés entrar no ciclo paranoico da análise dos concorrentes, onde ficamos cegos e simplesmente nos esquecemos de... respeitar nossos consumidores! 

Acho que não preciso dizer que qualidade é a palavra completamente esquecida nos dias de hoje, as empresas canibais do capitalismo preferem claramente um milhão de clientes insatisfeitos que mil vibrantes, é nesse vácuo que entra a viabilidade de qualquer projeto.

Sou muito generalista e simplista? Sim claro, sou mesmo e quero aprender a ser ainda mais, ser simples é ser eficiente e atender as expectativas que lançam sobre nós com a excelência de sermos nós mesmos.
Portanto, meus queridos, vejam seus projetos de outro prisma: Não analise a concorrência, analise a qualidade e execute com respeito!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Crie suas botas de ferro


Será que você tem a visão correta de inovação? 
Inovar, do latim innovo, are, renovar. A palavra inovar deve ser vista com muito cuidado por nós. O simples significado apresentado pelo dicionário não reflete a real abrangência e complexidade do assunto.
Analisando inovação como inventar algo novo, podemos entender que o simples ato da criação pode ser visto como uma inovação, porém a questão que gostaria de levantar é mais profunda: nos dias de HOJE, o que é e como inovar?

Somos inseridos em uma sociedade que, desde nosso nascimento já começa pregando padrões, costumes, crenças entre outras maneiras de doutrinar nosso cérebro a seguir o padrão social implantado. Nosso cérebro absorve as informações do que é “certo” e “errado” de acordo com o que vivemos e são essas informações que norteiam nossos pensamentos e decisões.  Sendo assim, criamos um padrão medíocre de seres humanos agrupados e damos o nome de sociedade. Pensamos todos quase da mesma maneira, as pessoas que criticam e questionam esse padrão são raras exceções e geralmente o destaque sob os demais.
Mas porque algumas pessoas questionam? Eis uma questão que não sei ao certo responder, não há como afirmar que se trata de personalidade, criação, educação ou até mesmo vivência de um ser. Podemos verificar casos de irmãos submetidos exatamente ao mesmo sistema educacional, criado pelos mesmos pais e com pensamentos e atitudes completamente distintas. Fica então um desafio para a neurociência responder.

O que podemos afirmar sem sombra de dúvidas é que precisamos desaprender para que possamos inovar no sentido verdadeiro da palavra. Fugir dos costumes sociais, reeducar seu cérebro para que esqueça o que sabe e pense, simplesmente pense, sem seguir as trilhas cravejadas pela imposição nos imposta. 
Veja bem, se eu lhe disser: 
Vou lançar um novo calçado, uma bota de ferro!  
Serei chamado de louco. Mas analisando esse fato, porque não botas de ferro? Simplesmente pelo fato de que o padrão social diz que calçados precisam ser de materiais maleáveis. Ora, estamos então encurralando nosso cérebro, uma super máquina com tamanho poder está sendo utilizada como um simples meio de atender os caprichos da maioria. É neste momento que ocorre o bloqueio a inovação.


Por isso, é muito importante que você questione, questione tudo que lhe ensinaram, reinvente seu “eu” para que possa deixar seu lado criativo inovar. Não se prenda a costumes e principalmente não se importe com a opinião dos outros, aliás, você está fugindo disso, certo? Encare uma batalha consigo mesmo: vou reanalisar tudo que aprendi, preciso reaprender a pensar. A partir do momento em que conseguir libertar-se dessa escravidão, com toda certeza você criará suas botas de ferro... e será o maior sucesso!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Teste a sensação de controle


Olá pessoal, estou de novo por aqui para compartilhar conhecimento com todos vocês. Como todos sabem (aos que acompanham minha fanpage no facebook, https://www.facebook.com/gotoant) eu estudo a algum tempo métodos de gestão do tempo e projetos, busco encontrar um senso comum entre produtividade e exagero, desperdício de tempo. Minha ideia é criar uma metodologia de gestão para que possamos deslumbrar de seus benefícios e ter um absoluto controle de nossas vidas, com qualidade e produtividade. 

Hoje apresentarei a vocês um exercício desenvolvido por David Allen que me fez sentir a sensação de controle defendida por ele. Vamos lá, concentre-se para que possa sentir o resultado, caso contrário você não será capaz de perceber a sensação de controle. 

De forma concentrada, pense no problema ou projeto que mais lhe incomoda atualmente, aquele que está em evidência na sua mente. Escreva seu nome em um papel, concentre-se nele e somente nele, esqueça qualquer outra coisa que possa desviar sua atenção. 

Agora descreva em uma única sentença escrita, qual o resultado positivo que você espera desse projeto/problema. Em outras palavras, descreva o que precisa acontecer para que você o considere concluído. 
Pois bem, de posse do projeto e resultado esperado, novamente pense que não existe mais nada no mundo além disso, é a única coisa que você tem a fazer e escreva qual é a próxima ação que você precisa executar para iniciar a busca pelo resultado esperado, qual a próxima atividade precisa ser feita. Onde iria nesse momento? Que atitude tomaria? Telefonaria para alguém? Mandaria um e-mail? O que faria?

Já tem a resposta para isso? Agora reflita: esses dois minutos de concentração despertaram algo em você? Se for como a maioria das pessoas, vai experimentar pelo menos um pouco do controle melhorado, relaxamento e concentração, vai sentir-se motivado para fazer algo em relação aquilo que você vinha meramente refletindo. 

Nada mudou de concreto em sua vida, nada físico, você somente trabalhou seu subconsciente, estabeleceu uma visão clara do que precisa ser feito de acordo com o resultado esperado. Isso fez com que você sentisse uma sensação de controle absoluto pela situação. Já pensou adotar essa forma de pensamento como um estilo de vida, no trabalho e na vida pessoal, multiplicando esse sensação por dez, cem, mil?
É isso que as pessoas precisam. 

"Mas o que criou está condição? A resposta é só uma: pensar. Não muito - só o suficiente para tornar mais concretos o seu compromisso e os recursos necessários para concretizá-los."

* Este texto foi escrito por mim, porém a ideia e exercício retirado do livro A arte de fazer acontecer de David Allen. 



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cuidado com suas respostas



O dito popular, tudo que vai volta, faz jus a nosso comportamento na vida. Se analisarmos os resultados de nossa existência, nossas vitórias e derrotas, podemos perceber que estão intimamente ligados a nossas atitudes, somos responsáveis pelo que plantamos.

Meu objetivo hoje é alertá-los sobre a forma com que responde ás ações em sua vida. Responder de forma inadequada aos e-mails, seu pessoal, seus projetos, as revistas que você não lê, suas reflexões sobre o que precisa fazer, seus filhos ou seu chefe, o levará a resultados menos produtivos do que você gostaria.

Pense em um lago, onde a água está calma, sem agitação. Agora lance uma pedra e pense nem sua reação: a resposta é compatível com a força e a massa do insumo, em seguida ela retorna a calmaria.

A maneira como você trata as pessoas e a devida atenção dada aos diversos assuntos de sua vida, são como a água, a resposta será dada de acordo com sua postura quanto ao assunto. Precisamos manter nossa mente clara e confortável para que tenhamos a serenidade de balancear o nível de importância dos vários assuntos que nos rodeiam, lembre-se que as respostas são previsíveis, você quem as escolhe.

O foco não está no ato de responder e sim na preparação que você deve dar a sua mente para que ela esteja apta à resposta. Uma mente preparada exige treinamento constante, é como uma arte marcial onde precisamos aperfeiçoar nossas técnicas e trabalhar nosso espírito para atingir a plenitude. Faça o mesmo com sua mente, crie mecanismos que a deixe livre, só assim poderá desfrutar dos resultados que esse estado lhe proporcionará. 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

As escolhas te enlouquecem!


Á algum tempo venho estudando a questão do paradoxo da escolha, apresentado por alguns filósofos. Eis que hoje, após a publicação de um post na página do formigueiro no facebook, recebi um comentário apresentando um link muito interessante sobre o assunto, onde o filósofo Barry Schwartz fala durante vinte minutos em um vídeo sobre a questão. Aos que puderem assistam, pois vale muito a pena. 


Vou apresentar de forma resumida minha opinião sobre o assunto. Na verdade não se trata de uma opinião e sim de uma constatação: as escolhas nos enlouquecem.

Atualmente somos bombardeados por informações que vem de todos os lados e, não bastando a elevada capacidade de síntese que precisamos desenvolver para dar um sentido a tudo isso, somos atacados pelo “poder” de decisão em praticamente todos os segmentos de nossa vida. 
Pense um pouco e veja o quão assustador é quando notamos que, para comprar um celular, você tem no mínimo dez escolhas, um pão na padaria e lá vem mais seis ou sete opções, vai trocar de carro são no mínimo oito opções que cabem em seu orçamento. E ai, o que escolher?


O paradoxo da escolha trata justamente desse tema. De acordo com estudos, a falsa sensação de liberdade que temos ao fazer escolhas recheadas de opções faz um mal danado a nossa saúde mental. Pensando friamente, eu concordo. 

Ao nos depararmos com uma escolha, quanto mais opções tivermos maior será nossa indecisão e disso só podemos colher dois resultados: ou paralisamos e não sabemos o que escolher, ou escolhemos algo e nos frustramos com a escolha, seja ela acertada ou não. Note que, ao escolher um aparelho celular novo, por exemplo, você fica com a sensação de que o outro modelo tinha recursos melhores ou era melhor nisso ou naquilo do que o escolhido. Isso nos corrói por dentro, sendo mais um grande causador do grande número de depressões da atualidade.


Precisamos aprender lidar com isso, é difícil, mas temos que treinar nossa mente para escapar das armadilhas do mundo atual, onde as escolhas impostas pela “liberdade” conquistada nos causam graves problemas e corroem nossas mentes.

Tire um peixe de dentro de um aquário e solte-o no oceano: a liberdade causará paralisia e sua satisfação será reduzida. 

Todos nós precisamos de um aquário metafórico!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ser pequeno é suficiente!


Responda rápido: Em que as empresas se baseiam para lançar produtos ou serviços?
Se você respondeu: Baseiam-se na análise da concorrência! Você pensou como a maioria das pessoas, não inovou em nada. 

O fato é que a briga entre as empresas faz com que seus serviços e produtos sejam um grande emaranhado de funcionalidades ou recursos quase inúteis. Poucas empresas preocupam-se em lançar o que o consumidor/usuário precisa, basta perceber o quanto nos aborrecemos com os sacs pelo Brasil afora. Buscar um feedback de quem realmente importa está se tornando cada vez menos importante, por isso dia pós dia vivenciamos uma piora considerável na qualidade de serviços.

Vamos inovar!

Chega de disputar com a concorrência, vamos satisfazer nossos clientes e deixar que nossos concorrentes se matem entre si. Você pode estar se perguntando se terá sucesso agindo assim, eu respondo com uma pergunta: você consegue resolver os problemas que tem com sua operadora de telefonia ou tv por assinatura? 

As empresas trabalham em uma luta acirrada contra seus concorrentes e esquecem a qualidade. Tomemos como exemplo as operadoras de telefonia celular: são planos livres de tarifação, internet ilimitada e aparelhos distribuídos de forma quase gratuita. E quando precisamos fazer uma simples ligação? O celular não funciona, o sac não atende, seu stress aumenta e seus negócios correm risco. 


Acredito que só trabalharão de forma a satisfazer os clientes as empresas visionárias, que percebem que, em um futuro próximo a grande massa da população vai abrir os olhos para isso e o resultado será o inverso: as empresas que prestam os serviços básicos e funcionais terão a oportunidade de crescer de forma sustentável enquanto que as gigantes brigonas ruirão em ações judiciais e perda massiva de clientes.

Pense nisso!
 

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